Arquivado em: Memorial Particular
tá, tudo bem então…já aprendi a conjugar o presente, o pretérito e futuro…a desarmar amores, usar sapatos, relógio de pulso, bolsa de couro, cartão de crédito e falar por celular enquanto caminho apressada resolvendo coisas super importantes…tá tudo bem truta…, tem isso da lei das probalidades,…e de q nada é tão trágico q não possa haver comédia…, e a certeza d q vai amanhecer em alguns minutos, como todos os dias, e a boa e velha rotina vai me consumir e absorver sepultando suavemente meus velhos sonhos…mas tá tudo bem mesmo, porq sei q hoje vou mostrar os dentes e serei feliz pelo menos 3 vezes antes da meia noite, e quando o sol se recolha, piedoso enfim!, eu e os meus chegados vamos sair a celebrar mais um dia vivido, com cervejas geladas, estúpidas, e a frenética disponibilidade de falar muito sobre o nada…tá tudo bem, mas é q as vezes nada parece ter sentido, e as palavras se calam na ponta da língua, o sexo é inesperadamente só sexo e a cachaça apenas parece ter sido capaz de produz mais torpor e dor de cabeça….e vem o sol, rasgando o céu com raios ultravioleta, ultraperigosos, desrespeitoso e egocêntrico, manchando a pele, matando a nostalgia da aurora e fazendo a cidade se mover, rápido, rápido…é tudo tão rápido… mas tá tudo bem, já vem o sol queimando tudo q não seja concreto e argamassa.
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Tá… tudo bem… e ESSA é a Deida!
que num texto consegue construir a imagem de uma flor pra depois arrancar pétala por pétala e pisar no que sobrou.
Power mulé!
Comentário por Rui Bittencourt Abril 16, 2007 @ 1:43 pm